Florença (2 pernoites) - Verona - Sirmione (2 pernoites) - Lago di Garda (passeio de dia inteiro) - alguma cidade em volta do lago, muito provavelmente Monte Baldo (pernoite) - Stresa (2 pernoites) - passeio às três Ilhas: Bela, Pescatore, Madre - Milão (pernoite) - Gênova - Cinque Terre (2 pernoites) - Florença.
Sobram 11 pernoites que pensei em variar com passeios de dia inteiro a Siena, Lucca, Pádua, Assis, Bolonha e vinículas do Chianti.
Dilíça!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Aí vou eu de novo!
Meu véio mundo, aí vou eu de novo!
Dia 4 de junho: Rio - Florença
Dia 25 de junho: Florença - Rio
Nesse meio tempo, falta fechar o roteiro por Toscana, Liguria e Lombardia. Ai, que tarefa difícil!
Dia 4 de junho: Rio - Florença
Dia 25 de junho: Florença - Rio
Nesse meio tempo, falta fechar o roteiro por Toscana, Liguria e Lombardia. Ai, que tarefa difícil!
domingo, 27 de junho de 2010
Chegando ao Brasil
Cheguei e tinha um banquete dos deuses me esperando na casa dos meus pais! Café da manhã digno de resort!!!
Mais tarde, minha irmã e minha sobrinha vieram pra completar a festa e tivemos um almoço nada menos espetacular! A Europa é o máximo, mas nada como o calor da família pra lembrar como é bom voltar pras raízes da gente, né?
Voltando pro Brasil!
Entrando na sala de embarque, sentei e fiquei tentando me acalmar até que chamassem meu voo. Isso não tardou a acontecer, mas esperei que a fila enorme fosse diminuindo até entrar nela. Afinal, faltando poucas horas pra voltar, meu braço resolveu doer horrores!
Pois foi na hora em que, da fila vi a porta do avião que, pela primeira vez, me deu vontade de chorar naquela viagem. Tinha realmente acabado! Mas não foi uma comoção de pena pelos últimos momentos, porque a aventura foi longa e eu já estava profundamente exausta. Eu ia embora com a certeza de que a viagem terminava no momento em que tinha de terminar. Na verdade, a comoção que eu sentia foi pela realização que eu havia feito. Eu tinha demorado anos desejando, depois meses planejando e, finalmente, 33 dias fazendo. Tinha acabado, tudo tinha dado certo e tinha sido lindo!!! Foi um choro de sincera admiração pelo meu feito, pela experiência formidável que eu tinha conquistado graças ao meu próprio desejo e empenho!
Tantas foram as vezes em que, depois de contar a alguém que iria sozinha e o tempo que passaria fora, ouvi a frase "Nossa, mas você é muito corajosa! Nunca passaria esse tempo todo sozinha!". Pois se eu não fiquei tão sozinha, já que conheci muita gente e fiz maravilhosos amigos, sei que fui corajosa. Talvez menos do que essas pessoas imaginam e mais do que eu me permito assumir na maior parte do tempo.
Agora, fica o desafio de não deixar tudo o que eu vivi se perder nos cantinhos escondidos da memória, esmagado pelo peso da rotina maçante e do dia a dia corrido. Ainda vou ler, reler muito este blog, além de acrescentar detalhes que tinham ficado de fora.
Agradeço muito a quem curtiu e compartilhou comigo esses momentos tão especiais em minha vida!!!
Já estou pronta pra começar a planejar a próxima!!!
A partir de agora, vou postar lembranças de situações que eu acabei não explorando mais por conta da quantidade de informações e da falta de tempo. Só que agora, sem me preocupar com a cronologia dos fatos.
Pois foi na hora em que, da fila vi a porta do avião que, pela primeira vez, me deu vontade de chorar naquela viagem. Tinha realmente acabado! Mas não foi uma comoção de pena pelos últimos momentos, porque a aventura foi longa e eu já estava profundamente exausta. Eu ia embora com a certeza de que a viagem terminava no momento em que tinha de terminar. Na verdade, a comoção que eu sentia foi pela realização que eu havia feito. Eu tinha demorado anos desejando, depois meses planejando e, finalmente, 33 dias fazendo. Tinha acabado, tudo tinha dado certo e tinha sido lindo!!! Foi um choro de sincera admiração pelo meu feito, pela experiência formidável que eu tinha conquistado graças ao meu próprio desejo e empenho!
Tantas foram as vezes em que, depois de contar a alguém que iria sozinha e o tempo que passaria fora, ouvi a frase "Nossa, mas você é muito corajosa! Nunca passaria esse tempo todo sozinha!". Pois se eu não fiquei tão sozinha, já que conheci muita gente e fiz maravilhosos amigos, sei que fui corajosa. Talvez menos do que essas pessoas imaginam e mais do que eu me permito assumir na maior parte do tempo.
Agora, fica o desafio de não deixar tudo o que eu vivi se perder nos cantinhos escondidos da memória, esmagado pelo peso da rotina maçante e do dia a dia corrido. Ainda vou ler, reler muito este blog, além de acrescentar detalhes que tinham ficado de fora.
Agradeço muito a quem curtiu e compartilhou comigo esses momentos tão especiais em minha vida!!!
Já estou pronta pra começar a planejar a próxima!!!
A partir de agora, vou postar lembranças de situações que eu acabei não explorando mais por conta da quantidade de informações e da falta de tempo. Só que agora, sem me preocupar com a cronologia dos fatos.
Paris: oitavo e último dia - últimos momentos
Depois que chegamos de Chartres, eu e Marly ainda voltamos à Gallerie Lafayette. Eu queria comprar presentes de dia das Mães pra minha mãe e pra minha irmã. Ela me ajudou a escolhê-los e depois passamos na lojinha de produtos dermatológicos que ela me recomendou, a Yves Rocher. Fiz a festa com shampoos, cremes, maquiagens, esmaltes!
Obviamente, os planos de ir a Montmartre novamente foram descartados. Não havia nem tempo nem fôlego. Além disso, a Marly queria fazer um jantar de despedida e ainda me levar ao shopping de Gonesse pra umas últimas coisinhas que ela não me deixou comprar na GL. Ela afirmava veementemente que as mesmas marcas existiam no shopping e muito mais baratas.
Chegamos na casa da Marly a tempo de que ela temperasse o agnon (alguma coisa de cordeiro) e partimos pro shopping. Comprei mais umas bobagens e passei na farmácia, onde achei as cápsulas de cranberry por que tanto procurei na Espanha. Levei mais umas vitaminas e sabonetinhos. Corremos pra comprar um vinho e voltamos a jato.
Pouco antes de entrar no banho, despedi-me da Carline, irmã da Marly que conheci também em Barcelona (revelado o segredo da origem da Marly: conheci-a e também suas duas irmãs no albergue de Barcelona, quando dividimos o quarto!!). Ela iria passar um ano e meio trabalhando nos Estados Unidos e também era um amor!
A Marly foi terminando o jantar com a ajuda do Joan enquanto eu corria pra tomar banho e arrumar as últimas coisas. Eu havia comprado uma mala bem grande no dia anterior, então foi tranquilo enrolar as quatro garrafas de vinho e acomodar todas as lembrancinhas de murano.
Quando saí do quarto, tinha um jantar maravilhoso me esperando. A tal paleta de cordeiro assada com um talharim ao molho de champignons. A Marly tinha se esmerado porque, além do carinho pela despedida, ela também estava com o orgulho francês ferido. Poucos dias antes ela havia me perguntado onde, nos lugares por que passei na Europa, eu havia comido melhor. Respondi que tinha sido na Itália e ela ficou chocada. Na hora, arrependi-me da minha sinceridade, mas depois de provar aquele agnon, nem tanto. Hehehe.
Hora de partir!!! Ah, que tristeza!!! Acho que só não chorei quando entrei naquele carro porque estávamos absolutamente atrasados. Chegando no aeroporto, foi uma loucura pra achar o portão certo do embarque, porque a sinalização é super confusa. Eu havia feito checkin online, mas ainda tinha de despachar a bagagem.
Depois de muito correr, cheguei suando em bicas no guichê, onde um atendente muito simpático me tranquilizou de que eu estava no prazo. Ao meu lado, tinha uma senhora brasileira chorando desesperadamente, pois não conseguia achar seu passaporte. A sobrinha, que disse morar em Paris, tentava tranquilizá-la, mas a mulher chegava a tremer de nervoso. Tentei sugerir alguns lugares onde poderia estar o documento, mas não tinha jeito. Começando a me preocupar com o meu prazo, desejei boa sorte e fui me despedir da Marly pra embarcar.
Abracei-a muito, agradecendo imensamente e dizendo que estou esperando por ela, Joan e Lucas, seja quando for que eles puderem vir conhecer o Brasil. Dei muitos beijinhos no Lucas, que me abraçou e fez carinha de tristeza. Um fofo!!!
Fui em direção do embarque com uma mistura de sentimentos. Um aperto no peito de saudade de tudo e todos que conheci com uma grande ansiedade de voltar pra minha terra, pra junto dos meus!
Obviamente, os planos de ir a Montmartre novamente foram descartados. Não havia nem tempo nem fôlego. Além disso, a Marly queria fazer um jantar de despedida e ainda me levar ao shopping de Gonesse pra umas últimas coisinhas que ela não me deixou comprar na GL. Ela afirmava veementemente que as mesmas marcas existiam no shopping e muito mais baratas.
Chegamos na casa da Marly a tempo de que ela temperasse o agnon (alguma coisa de cordeiro) e partimos pro shopping. Comprei mais umas bobagens e passei na farmácia, onde achei as cápsulas de cranberry por que tanto procurei na Espanha. Levei mais umas vitaminas e sabonetinhos. Corremos pra comprar um vinho e voltamos a jato.
Pouco antes de entrar no banho, despedi-me da Carline, irmã da Marly que conheci também em Barcelona (revelado o segredo da origem da Marly: conheci-a e também suas duas irmãs no albergue de Barcelona, quando dividimos o quarto!!). Ela iria passar um ano e meio trabalhando nos Estados Unidos e também era um amor!
A Marly foi terminando o jantar com a ajuda do Joan enquanto eu corria pra tomar banho e arrumar as últimas coisas. Eu havia comprado uma mala bem grande no dia anterior, então foi tranquilo enrolar as quatro garrafas de vinho e acomodar todas as lembrancinhas de murano.
Quando saí do quarto, tinha um jantar maravilhoso me esperando. A tal paleta de cordeiro assada com um talharim ao molho de champignons. A Marly tinha se esmerado porque, além do carinho pela despedida, ela também estava com o orgulho francês ferido. Poucos dias antes ela havia me perguntado onde, nos lugares por que passei na Europa, eu havia comido melhor. Respondi que tinha sido na Itália e ela ficou chocada. Na hora, arrependi-me da minha sinceridade, mas depois de provar aquele agnon, nem tanto. Hehehe.
Hora de partir!!! Ah, que tristeza!!! Acho que só não chorei quando entrei naquele carro porque estávamos absolutamente atrasados. Chegando no aeroporto, foi uma loucura pra achar o portão certo do embarque, porque a sinalização é super confusa. Eu havia feito checkin online, mas ainda tinha de despachar a bagagem.
Depois de muito correr, cheguei suando em bicas no guichê, onde um atendente muito simpático me tranquilizou de que eu estava no prazo. Ao meu lado, tinha uma senhora brasileira chorando desesperadamente, pois não conseguia achar seu passaporte. A sobrinha, que disse morar em Paris, tentava tranquilizá-la, mas a mulher chegava a tremer de nervoso. Tentei sugerir alguns lugares onde poderia estar o documento, mas não tinha jeito. Começando a me preocupar com o meu prazo, desejei boa sorte e fui me despedir da Marly pra embarcar.
Abracei-a muito, agradecendo imensamente e dizendo que estou esperando por ela, Joan e Lucas, seja quando for que eles puderem vir conhecer o Brasil. Dei muitos beijinhos no Lucas, que me abraçou e fez carinha de tristeza. Um fofo!!!
Fui em direção do embarque com uma mistura de sentimentos. Um aperto no peito de saudade de tudo e todos que conheci com uma grande ansiedade de voltar pra minha terra, pra junto dos meus!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Paris: oitavo e último dia - Mais de Chartres
Sei que não dá pra ver muita coisa porque ficou escuro, mas dá pra sentir o clima e ouvir um pouco do órgão.
domingo, 20 de junho de 2010
Paris: oitavo e último dia - Chartres
Meu último dia em Paris! Eu queria muito completar algumas experiências que ficaram inacabadas, como ter ido à Torrei Eiffel, mas não ter subido nela, ou ter ido a Montmartre, mas apenas à noite, quando todas as lojinhas estavam fechadas e a vista da cidade, embora linda, foi apenas noturna. Mas a Marly tinha outros planos pra mim e foi tão incisiva, que não tive como contornar. Repetindo a incrível generosidade de sempre, tirou o dia de folga pra ficar comigo e me levar a uma cidadezinha chamada Chartres. Combinamos que eu iria a Monmartre na volta.
Acordamos, deixamos o Lucas na creche e seguimos pra estação de Montparnasse, onde pegaríamos o trem pra Chartres. Quando fomos comprar a passagem, tomei um susto com o valor e o tempo de viagem (1hora), mas nada demovia a Marly da ideia, então, vambora! O próximo trem só partia daí a uma hora e meia e a Marly perguntou à atendente antipática se havia algo interessante pra vermos nas redondezas. A mulher com cara de coquinho disse que tinha umas lojinhas e galerias por ali.
Saímos comentando sobre a mulher metida à besta e me deparei com a torre de Montparnasse, que é um dos maiores prédios de Paris. Marly me explicou que só empresas muito chiques tinham escritório ali. Andando mais um tiquinho, vimos um letreiro por que eu estava procurando fazia muito tempo, Galeries Lafayette!!! Mais perfeito impossível! Daria pra eu conhece a tão famosa loja de departamento na janela de tempo do trem pra Chartre! A descoberta nos levou a criticar novamente a atendente nojenta. Custava ela falar que tinha uma Galerie Lafayette ali do lado#
Entramos e fui direto procurar o guarda-chuva que minha mãe havia encomendado. Diante de várias opções, fiquei meio em dúvida do que a Bibisa ia gostar, mas fechei com um estampado bem interessante. Fiquei perdida no meio de tantos cosméticos e perfumes que são minha paixão. Adoro os frascos, as propagandas, os aromas, tudo! Num piscar de olhos o tempo passou e tivemos de correr pra estação.
Chegamos uns 10 minutinhos antes de o trem partir e nos sentamos em assentos que ficavam de lado. A Marly tinha me dado dois folhados de queijo pela manhã que jurava que eu tinha de provar. Eu tinha guardado unzinho. Comi satisfeita meu salgado e ela uns bombons italianos que eu havia lhe dado no dia em que fui à feirinha de degustação.
Um pouquinho antes de uma hora mais tarde, chegamos a Chartres. Fomos diretamente à Catedral, que eu descobri se chamar Notre Dame de Chartres. Foi quando eu entendi a razão porque ela fez tanta questão de me levar lá. Nossa, que espetáculo! Um exemplo perfeito da arquitetura gótica. Pra completar, um pequeno concerto de órgão foi tocado enquanto estávamos lá. Obviamente, tinha muito menos turistas naquela Notre Dame do que a de Paris, o que me fez simpatizar ainda mais com aquela "prima". Depois, a Nandi me confirmou ser uma obra arquitetônica de importantíssima relevância e que eu havia feito muito bem em ter "perdido" duas horas de deslocamento pra vê-la.
Andamos mais um pouco pela cidade, que se revelou charmosíssima. Vários restaurantes lindinhos e pequenas ruelas. Jardins lindos e um canal completavam o visual. Paramos numa lojinha onde comprei um azeite de nozes e as "batatas da Provence" que eram naturalmente azuis. Não eram nada além do que batatas chips, mas azuis.
Não ficamos na cidade mais do que uma hora e quarenta e cinco e tivemos de voltar. Recomendo uma visita mais demorada, com direito a almoço, num passeio completo. No dia em que voltar a Paris, definitivamente retornarei a Chartres.
Chegamos no trem cansadas mais felizes e fomos batendo papo enquanto comíamos o restinho das batatas azuis da Provence. Ai, tava acabando...
Acordamos, deixamos o Lucas na creche e seguimos pra estação de Montparnasse, onde pegaríamos o trem pra Chartres. Quando fomos comprar a passagem, tomei um susto com o valor e o tempo de viagem (1hora), mas nada demovia a Marly da ideia, então, vambora! O próximo trem só partia daí a uma hora e meia e a Marly perguntou à atendente antipática se havia algo interessante pra vermos nas redondezas. A mulher com cara de coquinho disse que tinha umas lojinhas e galerias por ali.
Saímos comentando sobre a mulher metida à besta e me deparei com a torre de Montparnasse, que é um dos maiores prédios de Paris. Marly me explicou que só empresas muito chiques tinham escritório ali. Andando mais um tiquinho, vimos um letreiro por que eu estava procurando fazia muito tempo, Galeries Lafayette!!! Mais perfeito impossível! Daria pra eu conhece a tão famosa loja de departamento na janela de tempo do trem pra Chartre! A descoberta nos levou a criticar novamente a atendente nojenta. Custava ela falar que tinha uma Galerie Lafayette ali do lado#
Entramos e fui direto procurar o guarda-chuva que minha mãe havia encomendado. Diante de várias opções, fiquei meio em dúvida do que a Bibisa ia gostar, mas fechei com um estampado bem interessante. Fiquei perdida no meio de tantos cosméticos e perfumes que são minha paixão. Adoro os frascos, as propagandas, os aromas, tudo! Num piscar de olhos o tempo passou e tivemos de correr pra estação.
Chegamos uns 10 minutinhos antes de o trem partir e nos sentamos em assentos que ficavam de lado. A Marly tinha me dado dois folhados de queijo pela manhã que jurava que eu tinha de provar. Eu tinha guardado unzinho. Comi satisfeita meu salgado e ela uns bombons italianos que eu havia lhe dado no dia em que fui à feirinha de degustação.
Um pouquinho antes de uma hora mais tarde, chegamos a Chartres. Fomos diretamente à Catedral, que eu descobri se chamar Notre Dame de Chartres. Foi quando eu entendi a razão porque ela fez tanta questão de me levar lá. Nossa, que espetáculo! Um exemplo perfeito da arquitetura gótica. Pra completar, um pequeno concerto de órgão foi tocado enquanto estávamos lá. Obviamente, tinha muito menos turistas naquela Notre Dame do que a de Paris, o que me fez simpatizar ainda mais com aquela "prima". Depois, a Nandi me confirmou ser uma obra arquitetônica de importantíssima relevância e que eu havia feito muito bem em ter "perdido" duas horas de deslocamento pra vê-la.
Andamos mais um pouco pela cidade, que se revelou charmosíssima. Vários restaurantes lindinhos e pequenas ruelas. Jardins lindos e um canal completavam o visual. Paramos numa lojinha onde comprei um azeite de nozes e as "batatas da Provence" que eram naturalmente azuis. Não eram nada além do que batatas chips, mas azuis.
Não ficamos na cidade mais do que uma hora e quarenta e cinco e tivemos de voltar. Recomendo uma visita mais demorada, com direito a almoço, num passeio completo. No dia em que voltar a Paris, definitivamente retornarei a Chartres.
Chegamos no trem cansadas mais felizes e fomos batendo papo enquanto comíamos o restinho das batatas azuis da Provence. Ai, tava acabando...
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